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O CAPITAL – LIVRO 1 – alguns diversos

O CAPITAL – LIVRO 1 volume 1 Editora Civilização Brasileira: Rio de Janeiro, 2011 Capítulo I. A mercadoria “Tempo de trabalho socialmente necessário é o tempo de trabalho requerido para produzir-se um valor-de-uso qualquer, nas condições de produção socialmente normais existentes e com o grau social médio de destreza e intensidade do trabalho” (p. 61) “As mercadorias, recordemos, só encarnam valor na medida em que são expressões de uma mesma substância social, o trabalho humano; seu valor é, portanto, uma realidade apenas social, só podendo manifestar-se, evidentemente, na relação social em que uma mercadoria se troca por outra” (p. 69) D)… Ler mais »O CAPITAL – LIVRO 1 – alguns diversos

O Manifesto Comunista

O Manifesto Comunista – Marx e Engels Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 2011 “A burguesia não pode existir sem revolucionar, constantemente, os instrumentos de produção e, desse modo, as relações de produção e, com elas, todas as relações da sociedade” (p. 14) Ela precisa expandir seu mercado, explorar o mercado mundial. Por meio dessa exploração ela deu um “caráter cosmopolita” para a produção e para o consumo em todo o mundo. Destruiu as indústrias nacionais antigas e impõe a necessidade de um consumo de bens e insumos que seja global e interdependente. Ela arrasta as nações para a civilização.… Ler mais »O Manifesto Comunista

Marx e o fetichismo

Por que o trabalho é representado pelo valor do produto? Segundo Marx esta é um dos pontos que os economistas clássicos não conseguiram responder. A crítica feita pelo autor aos seus precursores é resumida no conceito que ele apresenta como o “fetichismo”. As mercadorias, para Marx, são cheias de sutilezas metafísicas e argúcias teológicas, ou seja, há mais num simples objeto que simples características materiais. As mercadorias encobrem em si o trabalho privado e as relações entre os produtores: “A igualdade dos trabalhos humanos fica disfarçada sob a forma da igualdade dos produtos do trabalho como valores; a medida, por… Ler mais »Marx e o fetichismo

Ricardo: a teoria do valor e da distribuição – capítulo de RICARDO

RICARDO, D. Princípios de economia política e tributação. 2ed. São Paulo: Nova Cultural, 1985. Cap 1. Prefácio O produto da terra se divide entre as três classes: proprietários da terra (renda), o dono do capital (lucro) e os trabalhadores (salário). Ao longo da história essa distribuição será diferente, e “isso depende da fertilidade do solo, da acumulação de capital e de população e da habilidade, a engenhosidade e dos instrumentos empregados na agricultura” (p. 39) Quais são as leis naturais que regulam essa distribuição é o que é questionado por Ricardo. Capítulo I – Sobre o Valor Seção I –… Ler mais »Ricardo: a teoria do valor e da distribuição – capítulo de RICARDO

Ricardo: a teoria do valor e da distribuição – Apresentação de Paul Singer na coleção Os Economistas

SINGER, P. Apresentação In RICARDO, D. Princípios de economia política e tributação. 2ed. São Paulo: Nova Cultural, 1985. A Economia Política é uma ciência social que se originou e desenvolveu tendo por objeto sociedades de classe, em que se contrapõem não somente os interesses econômicos das diferentes classes mas também e sobretudo o modo de cada uma encarar a própria realidade social e econômica. Nasceu em 18 de abril de 1772, em Londres – descendente de judeu, filho de um operador da Bolsa de Valores de Londres. Se casou com uma quaker; Leu Smith em 1779; Sua primeira contribuição teórica… Ler mais »Ricardo: a teoria do valor e da distribuição – Apresentação de Paul Singer na coleção Os Economistas

Ricardo: a teoria do valor e da distribuição

RICARDO, D. (1815) Ensaio sobre a influência do baixo preço do cereal sobre os lucros do capital. In NAPOLEONI, C. Smith, Rocardo e Marx. Rio de Janeiro: Ed Graal, 1978. Ricardo propõe a discutir os princípios que regulam o aumento e a diminuição da renda fundiária, ou seja, a tese de Ricardo é que há terras com produtividades diferentes e, como ele diz logo no primeiro parágrafo do artigo, “esta (a renda fundiária) e os lucros encontram-se em íntima conexão entre si”. “Para um período de certa duração, os lucros do capital agrícola podem manter-se a uma mesma taxa, já… Ler mais »Ricardo: a teoria do valor e da distribuição

OS CONTRATUALISTAS

OS CONTRATUALISTAS AUTORES ESTADO DE NATUREZA CONTRATO SOCIAL ESTADO POLÍTICO FORMA DE GOVERNO Thomas Hobbes  1588 – 1679 Livro: “Leviatã” 1)Os homens são isolados, gananciosos e interesseiros; 2) não existem leis, cada um julga conforme achar melhor. 3) Situação de constante guerra 4) “o homem é o lobo do homem”; estado de barbárie; 5) não há garantias de propriedade e vida; o uso da força é única garantia; 6) total liberdade, mas com a vida sempre em risco; 1) É um contrato de submissão: surge da necessidade de garantir a sobrevivência. 2) os homens renunciam ao uso da força e… Ler mais »OS CONTRATUALISTAS

Da divisão social do trabalho, cap 1

DURKHEIM, Émile Da divisão social do trabalho. São Paulo: Martins Fontes, ed. 2. Cap 1. I. Autor Uma pesquisa básica na internet mostra que Durkheim é considerado o pai da sociologia moderna. “Partindo da afirmação de que ‘os fatos sociais devem ser tratados como coisas’, forneceu uma definição do normal e do patológico aplicada a cada sociedade, em que o normal seria aquilo que é ao mesmo tempo obrigatório para o indivíduo e superior a ele, o que significa que a sociedade e a consciência coletiva são entidades morais, antes mesmo de terem uma existência tangível. Essa preponderância da sociedade… Ler mais »Da divisão social do trabalho, cap 1

Aprendendo a pensar com a sociologia, cap 1

BAUMAN, Zygmunt; MAY, Tim. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, ed. 10, 2010. Cap 1. I. Autores Zygmunt Bauman (19 de nov de 1925)– sociólogo polonês que iniciou sua carreira na Universidade de Varsóvia. Mudou-se para o Canadá, Estados Unidos e Áustria antes de ir para a Grã-Bretanha onde se tornou professor da Universidade de Leeds em 1971, ficando por 20 anos. Atualmente é professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia. Fonte: Wikipedia. Tim May é professor de socionlogia da Universidade de Salford, Inglaterra. Fonte: livro. II. Assunto do texto A visão… Ler mais »Aprendendo a pensar com a sociologia, cap 1

Resumo de fórmulas e interpretações de Contabilidade e Análise de Balanço

Índices de Liquidez Capital Circulante Líquido = Ativo Circulante – Passivo Cisrculante É o volume de recursos a longo prazo (permanentes) da empresa que se encontra aplicado no ativo circulante, devendo por conseguinte gerar condições de sustentação e crescimento em suas atividades. Quando positivo, os recursos de terceiros de curto prazo estão financiando apenas parte do ativo circulante, há folga financeira; quando negativo há um desequilíbrio financeiro da empresa, onde parte de suas aplicações de longo prazo são financiadas por dívidas vencíveis a curto prazo. (ASSAF, Capítulo 10 pág. 140) Liquidez Corrente = Ativo Circulante / Passivo Circulante Indica quanto… Ler mais »Resumo de fórmulas e interpretações de Contabilidade e Análise de Balanço